Em entrevista à Jornal da Gazeta, Platon Neto, advogado e sócio responsável pelo Núcleo Trabalhista Patronal, comentou os impactos e os desafios envolvendo a chamada “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgada no início do mês de abril.
A reportagem destacou casos de empresas localizadas na capital paulista investigadas por práticas relacionadas ao trabalho análogo à escravidão, cenário que amplia o debate sobre condições degradantes, jornadas exaustivas e a necessidade de fiscalização contínua. Segundo o advogado, práticas como restrição de liberdade de locomoção e servidão por dívida possuem enquadramento evidente, mas alguns conceitos previstos na legislação ainda exigem maior precisão técnica para garantir segurança jurídica e efetividade na aplicação da norma.
O tema reforça a importância de uma atuação estratégica e multidisciplinar nas relações de trabalho, conciliando proteção à dignidade do trabalhador, clareza regulatória e responsabilidade empresarial.
Confira a matéria completa:
Advogado e sócio responsável pelo
Núcleo Trabalhista Patronal. Ex-Juiz da 8ª Vara do Trabalho de Goiânia. Doutor em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente é Professor de Direito Processual do
Trabalho e do Doutorado em Direito
e Políticas Públicas da Universidade Federal de Goiás (UFG). E mebro da Academia Goiana de Direito e da Academia Brasileira de Direito do Trabalho


